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Aqui e no próximo item –“como percebemos o consumidor” - não temos a pretensão de apresentar grandes novidades. Queremos apenas compartilhar a sistematização de informações e percepções que alimentam nossa linha de raciocínio, quando planejamos uma pesquisa, analisamos e interpretamos seus resultados.
Comunicação empresarial, comunicação corporativa, comunicação organizacional, comunicação institucional...
Qualquer seja o nome, a conceituação de diversos experts tende à semelhança. A começar pelo reconhecimento de seu papel estratégico e de seu caráter dinâmico. Aliás, a transformação contínua – política, econômica, cultural e tecnológica - é a única variável constante! Isto, em um mundo globalizado em que se exigem informações antes menos valorizadas ou mantidas em segredo, constitui um cenário ainda mais desafiador para a comunicação.
Além da informação sobre produtos e serviços – o que por si só já significa concorrência cada vez mais acirrada – o público quer conhecer quem os fabrica ou gera. Qual o grau de consciência ecológica, de respeito ao meio ambiente e sua preservação, quais seus princípios e valores, como são tratados seus funcionários, fornecedores e todos os outros segmentos envolvidos, como atua na comunidade próxima...
Em outras palavras, o que se passa além das fronteiras de produção e economia. Quais as outras facetas de que a empresa se ocupa e com que se preocupa, além do lucro. E por público, entende-se não apenas o consumidor, mas a equipe interna, os formadores de opinião, a classe política, a classe empresarial, os acionistas, a comunidade acadêmica, a financeira, a imprensa...
Neste quadro, o primeiro pressuposto é que a propaganda não é mais sozinha a alma do negócio. Claro que não se pode minimizar sua relevância. Até porque, no Brasil, essa percepção mais abrangente ainda não é largamente disseminada. De todo modo, o espectro de atividades comunicacionais engloba, além da comunicação de marketing, a comunicação interna, a comunicação administrativa, a comunicação de postura socialmente responsável ...
O segundo é a importância de integrar todas as modalidades e linguagens da comunicação: publicidade, relações públicas, promoções de eventos ou de produtos, assessoria de imprensa, relações diretas e indiretas com o consumidor, com o cidadão, com a sociedade, enfim ...
Sua somatória é que compõe a IMAGEM DA MARCA e sua atuação conjunta e articulada é que estabelece diferenciais competitivos e, claro, adesão a uma marca em detrimento de todas as outras. Façanha complexa, em face de todo este entorno!
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