Como atuamos em projetos sociais
 

Nossa filosofia

No âmbito de pesquisas sociais, como é ainda recente, no Brasil, a iniciativa de avaliar projetos com esse teor, cabe destacar a filosofia que vem norteando os estudos desenvolvidos até o momento pela CPPM.

São dois, no mínimo, os motivos que indicam a pertinência de avaliações.

  • Projetos sociais implicam, por definição, comprometimento explícito com determinados segmentos da população. Não apenas pelo seu significado intrínseco - ações dirigidas a públicos-alvo socialmente vulneráveis -, mas também no sentido de divulgar objetivos e realizações. A avaliação é uma das ferramentas para alimentar esta devolutiva.

  • Projetos sociais implicam, por decorrência, atuação empenhada no cumprimento dos objetivos propostos e divulgados. Não apenas das metas quantitativas e meios para implementação - vale dizer, da eficiência de cada programa -, mas também dos efeitos qualitativos planejados e desejados: a eficácia e a efetividade social. A avaliação é um dos mecanismos que possibilita aferir se a aplicação de recursos – financeiros, humanos, infra-estruturais... – foi/está adequada, embasando eventuais revisões, correções de percurso e aprimoramento.

    A ação avaliativa pode demandar mais do que um ato de aferição. Constitui-se em um processo coerente com a finalidade precípua de contribuir para o êxito dos projetos. Seu desenho envolve, em geral, diferentes etapas e/ou momentos específicos – desde o estado da arte até a configuração das realizações - e norteia-se por três premissas básicas.

  • Um dos objetivos é identificar quais fatores contribuem e com que peso para uma performance positiva e detectar eventuais variáveis com interferência negativa. Ou seja, oferecer subsídios para reforçar uns, corrigir outros, otimizando a atuação local e global.

  • Outro objetivo é possibilitar a construção de indicadores e respectivo instrumental que favoreçam uma análise contínua e mais aprofundada, criando um modelo especialmente desenvolvido para cada fase avaliada.

  • O processo deve ser participativo. O envolvimento de todos os atores permite abordar a ampla gama de valores, opiniões e percepções sobre o objeto em pauta. Em outras palavras, favorece a compreensão da multiplicidade de aspectos intervenientes e, nessa medida, dos resultados de cada projeto social.

  • Experiência da Equipe CPPM em Consultoria,
    Projetos e Pesquisas Sociais